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26/06/2010

Aion ~ The tower of Eternity ~ Review

3 comentários

Olá a todas as leitoras (e leitores) ~ !
Bem,é meu primeiro post de ''verdade'' aqui,então peço desculpas se não estiver realmente bom.

Vou falar de Aion,que é o MMORPG que estou jogando no momento.É um jogo recente e em constante atualização,então achei que seria de interesse geral para quem curte games.
Ok,para começar,é melhor eu deixar claro que eu não joguei em nenhum Open beta ou close beta.(se eu tivesse dinheiro até rolava,mas não é o caso.eheh.)
Toda a minha experiência com o jogo foi em servers privados,então eu não tenho uma idéia clara do que seria jogar no original.O que pretendo é dar uma ''info'' do jogo,uma explicação básica do estilo,das classes e das raças.

Para começar,o trailer oficial em CG.



Praticamente uma obra de arte <3

Ok,vamos lá!

Aion é um MMORPG,criado pela NCSoft,criadores de Lineage II (que eu amo ;-;) e Guildwars.Foi primeiramente lançado na Coréia,em 2008,e depois na China,e foi para as lojas americanas em 2009.No Brasil,o jogo é distribuído pela LevelUp! Games,e você está sujeito a pagar uma taxa se quiser acesso a versão norte-americana. Pois bem.Imagine um mundo que,ao invés da população se situar na ''crosta'',ela se situe no interior,e entre os hemisférios norte e sul haja uma conexão - é a ''Torre da Eternidade'' - (odeio traduzir para o Português,nunca fica bonito }: ) e a Torre é o símbolo do deus Aion. Humanos viviam em Atreia (o nome do planeta) e,como resultado de ficarem próximos a Torre,absorveram quantidade suficiente de magia para se transformarem em Daevas - seres alados. Após guerras com os Balaur - seres criados por Aion com o intuito de proteger Atreia,mas que acabaram se corrompendo e se aproveitando dos humanos - a Torre foi destruída,e como resutado,os hemisférios se separaram,e o Abyss (abismo) se formou no meio,aonde os Balaur residiram. O hemisfério acima ficou totalmente na escuridão,e foi chamado de Asmodea,lar dos Asmodians.O hemisfério abaixo,banhado na luz,foi chamado de Elysea,lar dos Elyos. Elyos são praticamente humanos,e suas asas são brancas. (eu,constantemente acho os Elyos ''Barbies'' e ''Kens'' com asas.Frescura demais para mim..D: ) Asmodianos têm a pele cinzenta pela ausência de luz,garras e pêlos nas costas para se proteger do frio.Seus olhos ficam vermelhos quando lutam,para enxergar melhor na escuridão,como resultado de viver num mundo totalmente escuro e gélido. Teria mais para falar,mas estou fazendo uma rápida apresentação,então vamos as classes! São 4 classes no total,tanto para Elyos quanto para Asmodianos,com poucas diferenças entre as raças.São elas: Warrior,Scout,Mage e Priest,com duas sub-classes de cada classe para escolher quando atingir o level 10,que são: Gladiator e Templar para o Warrior,Assassin e Ranger para o Scout,Spiritmaster e Sorcerer para o Mage,e por fim Chanter e Cleric para o priest.Uma explicação rápida de cada sub-classe: Gladiators são os damage-dealers,podendo usar espadas de duas mãos ou lanças.Templars são tankers,usando principalmente o escudo e a espada,com skills tanto para ataque como para defesa.Assassins se especializam no combate com adagas,tendo uma defesa baixa e uma evasão alta,o objetivo é uma morte certa e rápida.Ranger,o arqueiro,se especializa com o arco-e-flecha,mas podendo trocar para a adaga quando entra em combate próximo.Spiritmasters são os summoners,invocando poderosos espíritos para auxiliar na batalha,com magia ou ataque físico.Sorcerer é o Nuker,com magias poderosas para derrubar o oponente.Chanters usam uma mistura de ataque físico e mágico,porém sua especialização são as Mantras,que melhoram os status de um membro ou de toda a party.Clerics possuem magias para cura,ressureição e retirada de status ruins,usando principalmente machados e escudos para ataques físicos. Ok,agora para o jogo em si.Eu comecei com os Asmodians e cá estou até agora.Joguei com Elyos,mas eu realmente não gostei.Os mapas dos Elyos podem ser mais ''verdes e vivos'',mas acho que Asmodea é mais ''roxo e azul'',com lugares tão bonitos quanto Elysea. A criação do personagem é algo que eu adoro,com variáveis imensas,sendo que não existe um personagem igual ao outro (ao menos que você seja sem-graça e crie um pré-definido ;/ ) com opções para tamanho do personagem,cor dos olhos,cabelo,tatuagens,voz e até mesmo o tamanho dos peitos.(O que não falta é pervertido colocando o tamanho no máximo...) O sistema de up é simples,fazendo quests.Eu particularmente acho mais vantajoso,porque além da xp ganha com a quest,você ganha dinheiro e items.Sem contar os drops dos mobs que você mata para a maioria das quests. O sistema de pvp é mais um ponto positivo no jogo.A partir do level 20,você pode passar por Rifts.Rifts são portais conectando Asmodea para Elysea e vice-versa.Você pode pegar materiais,terminar quests ou matar personagens da facção contrária a sua através desses portais.Outro modo de pvp são os Abyss,lar dos Balaur. Algo interessante é o sistema de vôo.Pelo menos até o level 30,que é quando você pode comprar um ''upgrade'' para a asa,o tempo de vôo máximo é de um minuto,sendo que você pode voar e atacar o oponente ao mesmo tempo. (se estiver em uma área onde voar é possível.) E,mesmo em áreas onde voar não é permitindo,pulando (com a barra-de-espaço) e apertando a barra novamente,você pode ''planar'',fazendo as viagens a pé muito mais rápidas.Também é vantajoso na hora de correr de um inimigo. E não é só isso! (modo Polishop on,eheh.) além de fazer quests e ficar no pvp,ainda já opções de job para passar o tempo e,é claro,conseguir dinheiro.São os crafts,podendo fazer armaduras,equipamentos e até comidas,simplesmente juntando materiais e recipientes,para vender ou para uso próprio. Bom,agora que dei uma explicação geral,vou colocar alguns prints de uma personagem que e criei agora,especialmente para postar no blog!

Ah sim,se alguém se interessar,estou jogando num server private,e aqui está link:

Infinite Aion

Se houver interesse,meu char principal chama Alesse.Basta mandar pm usando o comando /whisper que eu respondo. :D



Modificadores corporais.Dá pra fazer de tudo,acredite..escolhi Warrior,talvez acabe jogando pra valer com ela.Depois de Cleric, Gladiator é a sub-classe que mais gosto {:


Opções básicas para a construção facial,acabei mudando o cabelo.


Snowbell em ação! Primeira quest que você recebe no jogo. (Ao menos se escolher jogar como Asmodian.)

Agora,só por curiosidade,esta é Alesse,minha Cleric e char principal,mostrando as asinhas. <3


25/06/2010

Claymore!

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Claymore é uma das adaptações que mais me impressionou no quesito aspecto técnico até hoje. O anime é lindo, a animação é incrível. Basicamente é como se você assistisse a um Wonderful Days, Kenshin OVA ou Mononoke Hime em 26 episódios. Diferente, entretanto, de outros seriados notáveis no aspecto técnico, como Soul Taker, Claymore tem mais, muito mais a oferecer. O aspecto técnico está aqui a serviço do roteiro, não o contrário.

Bom, tirando a questão técnica, Claymore é baseado em um mangá de Norihiro Yagi (o qual, a título de curiosidade, gosta da banda de heavy metal brasileira Angra), veterano que contava com uma excelente obra humorística, já com quase dez anos de publicação: Angel Densetsu. Publicado desde 2001, a arte do mangá, por mais absurdo que pareça, consegue ser em dados momentos mais impactante que a do anime (e acredite, isso é impressionante). Além disso, Claymore guarda muitas semelhanças com outra obra muito querida do público fã de mangás/animes de fantasia, Berserk.

Que semelhanças são essas? O design dos monstros, o fato de a personagem principal perder um braço e o substituir com uma ”arma“, o clima opressivo, o tipo de companheirismo entre a protagonista e seu ”bando“. Mas, espera aí, isso não seria plágio? Não, são homenagens. A história de Claymore é boa e forte o bastante para se sustentar por si só, sem sombra alguma de dúvida.
Claymores são mulheres que receberam em seu corpo entranhas/sangue/enxertos da carne de yomas, demônios que assolam e devoram a população desde tempos imemoriais (o nome é dado pelos populares, já que elas carregam gigantescas espadas do tipo claymore). São as únicas capazes de distinguir um yoma disfarçado de humano de um homem comum, devido à habilidade que possuem de sentir o youki, energia maligna que emana de um yoma, e usar seu próprio youki para ganhar força e agilidade sobre-humana. Dentro da sua organização, são treinadas desde novas para o desapego, e obedecem sem questionar muito. As garotas são escolhidas ou acolhidas por essa organização entre órfãos e outras vítimas de situações variadas. A vida de uma Claymore é uma luta constante para não despertar, já que sendo metade yoma, caso usem muito poder, podem acabar se transformando completamente. Quando elas pressentem que tal fato está próximo de ocorrer, enviam uma ”carta negra“ para outra companheira, para que essa dê cabo de sua vida. Devido a essa razão, a carreira de uma Claymore sempre é curta, durando poucos anos, se não tombar antes em batalha.

A série gira em torno de Clare, uma Claymore que chega em uma cidade e é hostilizada (todas as Claymores são objeto de temor do povo, já que além de serem meio yomas, cobram quantias altíssimas para livrar a população dos predadores, valores transferidos para os cofres da organização). Uma vez lá, conhece o jovem Raki, que perdeu seus pais para o yoma que atacou a cidade. O garoto ganha a simpatia de Clare, uma vez que não demonstra medo em relação a ela. Após a morte do alvo, Raki é expulso da cidade e Clare termina acolhendo-o. Os dois saem então numa jornada, ação aparentemente ilógica da parte dela (sair carregando por aí um humano normal, incapaz de se defender de um yoma, sendo ela uma Claymore).

Revelar mais que isso estragaria o prazer de descobrir o que vem depois. Muitos mistérios são adicionados no decorrer da série, mas perguntas como "porque apenas Claymores femininas" e "o que é essa ”organização“ e quais suas intenções" serão feitas quase de imediato e, dada à qualidade da pena do autor, sinalizam respostas surpreendentes.

O roteiro cresce exponencialmente. Personagens com carisma colossal são adicionados, e já a partir do oitavo episódio fica impossível abandonar a série. A dramaticidade das situações é opressiva, e a direção é impecável (a série é bastante fiel ao mangá, mas melhora e apara arestas deste, tornando a experiência ainda mais recompensadora). Episódios como o 12, 19 e 22 são tão intensos que ficam marcados a fogo na mente.

Então, Claymore é perfeito? Quase. Confesso que acreditava, pelo menos até o episódio 23, que esta seria digna de um 100% e com louvores. Mas uma semelhança que ela divide com Berserk e a maneira como os produtores do anime resolveram encarar isso eliminou essa possibilidade. Claymore é um mangá ainda em publicação. E assim como na obra de Kentaro Miura, o que se vê no anime é apenas a ponta do iceberg (e que iceberg!).

Diferente de Berserk, no entanto, a equipe de Claymore resolveu criar um final alternativo. Arriscando meu pescoço aqui, digo que preferia um final na linha da série de Berserk também, ou seja, um ”não final“. Para nós em terras tupiniquins, na época em que Berserk foi lançado, o acesso a scans do mangá era bem mais difícil, e as publicações de mangás no Brasil eram bem inferiores; hoje já não causa tanto desespero um final desse tipo, você pode facilmente continuar acompanhando a história pelo mangá baixando scans ou acompanhando o lançamento do título na Panini (que está no volume 07). Um final aberto evitaria o desvirtuamento de uma das personagens ou soluções forçadas apenas para fechar o anime. Até o episódio 22, entretanto, é 100% com toda certeza.



Sempre Ao Seu Lado

2 comentários



Olá gurias e possilvelmente gurios.
Esté é o minha primeira postagem. Dai eu estava pensando "Mas santo, o que eu posto?", dai eu pensei e pensei, tava tentando escolher um anime para fazer a resenha. Dai esse dias eu estava marota, e ia assistir um filme, minha internet é meio lerdinha dai eu não fico baixando muitos filmes, baixei um "Sempre ao seu lado", porque a Krys disse que era bom. Eu assisti e amei, apesar de não ser um anime, minha primeira resenha vai ser sobre um filme. Bem, como toda resenha, é a minha opnião e contém spoleirs. Eu não contarei detalhes, apenas o essencial, para o filme não perder a graça na hora que vocês forem assitir.
Bem, pra quem assistiu Marley & eu, vai amar esse filme. É também sobre um cachorro e, se como eu, você se emociona, vai chorar muito. Uma coisa interessante é que a Krys chorou vendo esse filme, o que surpreendeu, porque ela não é do tipo que chora. Ah, e incrivelmente, esse filme também foi inspirado em história real
O filme não foca tanto na história do dono, ao contrário de Marley & eu, e sim na história do cachorro. Hachi, oito em japonês, era um cachorrinho muito kawaii, que pelo destino ficou perdido na estação de trem, o caro Parker Wilson ( o bonitão Richard Gere) o adotou ( depois de algumas dificuldades). O tempo vai passando e Hachi, que é da raça Akira, uma raça japonesa pura, vai crescendo, o filme mostra como a relação cahorro-dono está forte. Hachi, nunca correu atrás das bolas que seu dono jogava, mas ele fazia uma coisa que impressionava o pessoal da estação de trem. Todo dia, ele acompanhava o Sr. Wilson até a estação e depois voltava para casa, quando chegava a hora que o seu dono iria voltar, ele ia busca-lo na estação.( Queria que minha cachorra fizesse isso, mas ela é bobona e aqui não tem estação ;-;). Até que um dia, Hachi está agindo meio estranho, dizem que cachorros sabem quando algo ruim vai acontecer, e ele fica latindo, para que o Sr. Wilson não vá embora da casa, ele até pega a bolinha que seu dono taca, mas mesmo assim o Wilson vai trabalhar. Caro leitor(a), não vou dizer como acontece, mas posso afirmar que a partir dessa parte eu não parei mais de chorar, pois o Sr. Wilson morre, e não vou dizer como. Hachi continua a esperar, porque ele é leal. Eu não parei de chorar um minuto, hachi acontinuou a esperar por anos até que o "dia dele" chegou. Eu chorei, chorei e chorei, só fui parar de chorar uns dez minutos depois de o filme acabou, porque não saia mais lágrimas, senão eu teria continuado a chorar. A história real se passou no Japão, mas como bons americanos, fizeram a história ser no USA no filme. Na vida real, Hachi, esperou por 10 anos na estação de Shibuya, lugar onde agora tem uma estátua dele em homenagem. Essa história ensinou o significado da lealdade e da amizade por anos para as pessoas do Japão e acredito eu que o diretor desse filme, além de ganhar dinheiro, queria passar essa mensagem para o resto do mundo. Esse filme me fez pensar muito, quantos humanos seriam que nem esse cachorro e esperariam dez anos? Nos tempos de guerra isso era mais comum, já hoje é tão estranho, é raro achar alguém que esperaria dez anos por você, é raro encontrar uma pessoa que iria todos os dias ( mesmo com chuva/neve) esperar por você na estação, mesmo seabendo que possivelmente você não irá voltar.A história de Hachi me ensinou muito mais sobre lealdade. E além das lição de humano-humano que o filme passa, também há a relação humano-cahorro, eu não tenho o costume de brincar tanto com minha cachorra, a Darla, mas depois desse filme, eu pensei "Um pouco, todos os dias, não faz mal a ninguém" e desde aquela hora eu tenho feito isso, e ela está bem alegre. Esse filme me emocionou mais do que Marley & eu, talvez por ter mostrado mais os sentimentos do cachorro do que do dono, não sei explicar porque tamanha emoção. Por isso eu recomendo totalmente o filme, principalmente quem gosta de chorar um pouco, ou muito. É um filme ótimo, bem filmado, com bons atores você fica mais emocionado ainda ao lembrar que essa história aconteceu de verdade ;-;

( O verdadeiro Hachi e sua estátua em Shibuya )


( capa do filme )

Ah gente, espero que tenham gostado do meu primeiro post *-*, por favor, se querem comentar alguma coisa mandem para o meu e-mail/twitter ou para o e-mail do blog. Byebye, minhas queridas, e talvez queridos.